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É muito comum hoje traçar o perfil de um usuário pela sua geração X,Y,Z ou babyboomer, mas acredito que a relação usuário X produto/serviço está muito mais ligada à habilidade de ser analógico ou digital (conheço muito babyboomer digital) e ao impacto causado pela tecnologia em alguns mercados.
Alguns exemplos clássicos, outros nem tanto, provocam a reflexão sobre ser ou não ser. Na minha opinião tudo é uma questão de escolha e expectativa em relação a experiência desejada.

Sala de cinema ou Netflix?
CD ou Spotfy?
DVD ou YouTube?
Dicionário ou Google?
GPS ou Waze?
Chamada telefônica ou Skype?
E-mail ou WhatsApp?
Talão zona azul ou App?
Shopping ou Privalia?
Loja de supermercado ou compra on-line?
Tomada ou entrada USB?

Por que em viagens tem que ser diferente?
O viajante quer ter no processo de viagem o mesmo tipo de experiência. Várias coisas já são possíveis, resta saber se as empresas, gestores,  políticas de viagens e TMCs estão preparados para este novo cenário.

Taxi ou Uber?
OBT ou App?
Itinerário ou Tripcase?
Cartão de embarque ou QRcode?
Chave de apto ou celular?
Despachar bagagem ou DUFL?
Cartão de crédito ou Google Wallet?
Relatório de despesas ou Expensefy?
Pesquisa de satisfação ou Tripadvisor?
Tracking de viajante ou geolocalização?

Não sou geração Y, mas sou digital.
E você?

Fonte: http://blog.panrotas.com.br/viagenscorporativas/index.php/2016/09/14/analogico-ou-digital/